Golpes com reservas de hospedagem: como evitar prejuízos no turismo digital
Viajar começa muito antes da partida. A escolha da hospedagem, a comparação de opções e a finalização da reserva fazem parte de um processo que influencia diretamente na experiência que o viajante terá no destino. No entanto, com a popularização das reservas online e o aumento das plataformas intermediárias, surgiram diversos golpes que se aproveitam da falta de verificação e da confiança do consumidor. Reservas inexistentes, anúncios falsos e pagamentos desviados tornaram-se situações mais comuns do que se imagina, causando prejuízos financeiros e frustrações que podem arruinar toda a viagem.
1. Sites e anúncios falsos com ofertas irresistíveis
Uma das táticas mais utilizadas por golpistas é criar sites visualmente parecidos com plataformas reais ou perfis em redes sociais que oferecem hospedagens com valores muito abaixo do mercado. Esses anúncios usam fotos reais de hotéis e pousadas retiradas da internet, criando uma sensação de credibilidade que leva o consumidor a realizar o pagamento sem questionar. Ao chegar ao destino, o viajante descobre que o local não existe, que não possui reserva em seu nome ou que o site era falso e já saiu do ar. A armadilha é tão sofisticada que muitas vítimas só percebem o golpe quando já não há mais como reverter a transação.
2. Falta de histórico e ausência de avaliação dos consumidores
A reputação digital é hoje um dos maiores indicadores de segurança no setor turístico. Hotéis reais possuem avaliações, comentários, fotos de hóspedes e presença em múltiplas plataformas. Quando uma oferta aparece sem avaliações, sem histórico ou com perfis recém-criados, isso deve ser considerado um sinal evidente de alerta. Golpistas evitam plataformas consolidadas justamente porque estas exigem verificações, contratos e garantias, algo que inviabiliza o modelo de fraude. A falta de visibilidade e de histórico é um indício claro de que algo pode estar errado.
3. Pagamentos fora dos canais oficiais
Outro sinal comum é a insistência para que o viajante realize o pagamento via transferência bancária, PIX ou depósito em conta pessoal, com a justificativa de um desconto extra ou de uma promoção “válida somente hoje”. Essa estratégia elimina qualquer possibilidade de contestação e reduz drasticamente a chance de reembolso. Empresas legítimas usam meios rastreáveis, oferecem comprovantes formais e operam com contratos claros. Quando o meio de pagamento não é o padrão do setor, o risco de fraude aumenta significativamente.
Conclusão: segurança começa no planejamento
Para evitar esse tipo de golpe, o viajante deve adotar uma postura preventiva: verificar avaliações, confirmar a existência do hotel em mais de uma plataforma e evitar pagamentos fora de canais oficiais. Nesse cenário, soluções como as da BNP Capital oferecem um nível adicional de segurança ao proporcionar maior previsibilidade financeira durante o planejamento. Com financiamento flexível, reembolso garantido e créditos anuais em passagens aéreas, a empresa permite que o consumidor direcione seu orçamento de maneira mais estratégica para hospedagens seguras e de qualidade. Em turismo, a tranquilidade não é um luxo é uma necessidade.



